Acho que domingo, o post do Carrossel das Ilusões drenou toda minha força pra escrever aqui, já que meus posts têm saído tão pequeninos utimamente. Bem, eu sou um bocado pessimista, mas mesmo assim vou postar aqui minha outra arte. Críticas, claro, são bem-vindas desde que seja construtiva. Sabe que, domingo eu estava voltando para casa de noite e um ser humano me parou na rua só para dizer que minha voz é bonita, que ele me viu cantando na igreja e gostou. Bem, eu tenho sérios problemas com isso. Sempre acho algum tipo de defeito na minha voz, uma palavra dita errada, uma respiração fora do lugar. A intenção era cantar por inteiro, no vídeo abaixo, mas quem disse que eu consegui? Eu achei que estava ficando cada minuto pior e decidi parar de gravar. Quem ver o vídeo, tire suas próprias conclusões.
A verdade é que eu já cantei muito. Fiz bastante covers, desde Rouge à RBD e outro sonho da mnha vida que posso garantir que está muito bem frustrado. Nesse final de mundo onde eu moro, eu jamais conseguiria ter uma banda legal, pôr minhas composições e minhas idéias musicais em prática. Até porque eu acho que ninguém no mundo todo têm as mesmas pretenções musicais que eu. O jeito é ficar sozinha e fazer Publicidade & Propaganda. Quem sabe o tempo não me mostra um novo caminho.
Por falar em minhas composições, eu vou deixar aqui pra vocês uma das minhas letras, eu ainda estou compondo uma melodia para essa letra que é uma das minhas mais queridas e das músicas que eu compus já crescida. Eu compunha desde os quinze anos, mas eram músicas extremamente ruins. Piores do que as que eu componho hoje. Pelo menos se algum dia eu fizer sucesso com minhas músicas grandes e aparentemente sem muito nexo, elas serão bem boas. Bem, chega de papo, vou pôr a letra aqui.
Mantenha o Foco!
Composta por: Lully.
Feche os olhos para não ver o que acontece.
Vamos, feche seus olhos e esqueça o foco.
Você nunca pôde segurar no seu peito a dor quando ela não põe sua atenção em você.
Engula o rio de lágrimas que se forma em seus olhos, você sempre foi forte demais para não conseguir.
De novo, quando estiver pronto, feche os seus olhos, agora ela fala de outro.
Com os meus brilhos de anjo nos olhos, iguais aos que você tem quando fala dela.
Ela ainda fala de como o outro mexe consigo, de como ele a faz sorrir, e de como é mais que um amigo.
Do quanto ela o ama.
Essa é a parte que o foco retorna e que você ignora o sabor dos ciúmes.
Acostume-se, porque ela não é sua!
Acostume-se porque ela não é sua!
Seu doce tom de voz é substituído pelo doce tom sarcástico usual quando ela se vai
Ela te fez querer ser melhor e mesmo assim ela nunca conseguiu entender qual era seu foco.
Você sempre fez tudo por ela e tudo o que você ganhou foi um doce beijo no rosto.
Continue compondo o filme com falsos atores, continue filmado um filme regado ao seu desgosto.
Continue focando em um objetivo que jamais atingirá.
Nunca espere ser amado porque tudo o que ela falou até hoje sobre amor
Ela não se referia à você.
Essa música em especial, eu compus pensando em uma pessoa muito especial para mim, mas que de verdade, ela nunca saberá da minha existência. Bem, meu negócio é contar histórias. Sejam elas escritas ou cantantadas, o importante é que as histórias mostrem um pouco do ser humano que eu gosto de observar. Que prove que por mais fria que eu sou, eu passo através desses personagens o meu lado sentimental escondido em algum lugar dentro de mim. Eu não gosto - nada - de demonstrar sentimentos, se personagens podem fazê-lo por mim, porque eu tenho que demonstrar algo que na verdade só me faz sofrer? Eu não deveria me questionar sobre isso, certo? Certo. Por hoje é só.
Por hora eu só colocarei a letra de uma das músicas que mais me cativaram nos últimos tempos. E eles têm razão, eles são um furacão. Ah, sim e pra variar a letra é bem parecida comigo.
Hurricane. Panic! at the Disco.
Are you worth your weight in gold?Cause you’re behind my eyelids when I’m all alone
Hey, stranger, I want you to catch me like a cold [ps; insira corações eternos aqui]
You and God both got the guns, when you shoot I think I’ll duck
I lead the revolution in my bedroom and I set all the zippers free
We said no more war no more clothes, give me peace... Oh, kiss me
(Hey! Hey!) We are a hurricane drop our anchors in a storm
(Hey!) They will never be the same a fire in a flask to keep us warm
Cause they know I know that they don’t look like me
Oh, they know I know that they don’t sound like me
You’ll dance to anything.
Oh, I confess, I confess to the rumor of us but he didn’t come and speak to me
Oh, put my heart at ease and I believe that half the time I am the wolf among the sheep
Gnawing at the wool over my eyes.
Fix me or conflict me, I’ll take anything
Fix me or just conflict me, Cause I’ll take anything
Pode ser uma letra de samba-enredo, mas mudou meu modo de ver as coisas. Voltou a me fazer criar coisas. Acredite, nem sempre um samba-enredo é ruim pra uma pessoa que gosta de rock clássico ou poprock. Eu quero falar hoje dos maiores ilusionistas que eu conheço até hoje: livros e fanfics. Engraçado, nem mesmo toda a magia do cinema 3D é capaz de flutuar e ser mais ilusória que o livro. O que leva a sua imaginação a fazer suposições maravilhosas. O que cria em sua mente um personagem diferente do que o autor escreveu. Louro, alto, magro e corajoso, por exemplo, a sua mente não imagina a mesma coisa que a minha. Porque somos únicos.
Antes de continuar falando de livros que nos iludem, vamos às músicas. Os cantores. Algumas pessoinhas que nos fazem sonhar com tudo a nossa volta enquanto cantam. Aliás, eu decidi escrever sobre ilusões porque uma amiga minha se lembra de mim quando vê a palavra "ilusionista". Ela sabe que eu gosto de mágica. Ela sabe que eu amo uma banda que ilude, que fascina. Ela sabe que eu sou seguidora de Panic! at the Disco, então, levantem-se e aplauda a Dry. Voltando ao foco, esse cara é o grande ilusionista da minha vida.
Brendon Urie: "Eu não sou um ator."
Brendon Urie. Vocalista da banda Panic! at the Disco. Na foto ao lado, atuando em seu primeiro vídeoclipe oficial com a banda, I Wirte Sins not Tragedies. Nessa época, ele já tinha um quê de ator perceptível a qualquer olho. Bastava um close e suas caras e bocas viravam sensação. Na verdade, Brendon é imitado e seguido até hoje pela atuação desse clipe que o consagrou. Mesmo que alguns diga que ele imitara o Willy Wonka, Brendon tem muito mais talento que isso.
De voz potente e doce, Brendon Boyd Urie encanta sua legião de fãs com sua voz, com seus trejeitos, com suas danças. Ele é cantor, um excelente ator - sim, ele atuou em alguns pequenos filmes como Panic! at the Butch Walker's dirigido e criado pelo fantástico Shane Valdés (que é outro grande ilusionista), The Overture, dirigido pelo grandioso e genial Shane Drake -, multi-intrumentista. É com muito orgulho qu eu respondo a legenda da foto: Não, Brendon, você não é um ator. Você é um showman completo.
Infelizmente, eu não tenho uma foto decente do Mr. Shane Drake, mas ele é fantástico. Aos poucos os fãs do Panic! at the Disco estão conquistando-os, porque - com certeza - ele concorda com os meninos que nós somos os melhores. Na verdade, ele já disse isso algumas vezes em seu twitter, então, pra quem ainda não o conhece, esse é o cara de quem falo, esse é o Shane Drake quem faz a mágica do Brendon Boyd Urie virar os videoclipes mais sensacionais existentes. Aliás, ele é responsável por alguns vídeoclipes a mais como os de Paramore. No twitter dele tem um site, seria muito bom que as pessoas conhecessem mais do gênio em questão.
Agora é hora de falar de um homem especial. Um ilusionista que tem uma câmera na mão e um olhar diferente do mundo à sua volta. Confesso a todos que eu demorei um bocado para colocar meus olhos nele e ver o quão incrível ele é. Não dá para não se encantar com o que ele faz com uma câmera e, porque não dizer, o que ele escreve para os pequenos filmes que filma. Panic! at the Butch Walker's é um excelente exemplo de filme muito bem sucedido, escrito e dirigido por ele. E o que seria dos atores se não existisse os escritores? O que seria do mundo sem os montadores do circo? A real magia não acontece embaixo da lona, acontece por quem a cordena.
Este é o vídeo que estou citando tanto. Além de engraçado, é genial. Shane Ryan Valdés fez em mim uma grande mágica com esse vídeo. Fez com que eu conhecesse um dos homens mais doces e geniais existente no mundo - Butch Walker - e fez com que eu desse demasiadas risadas. Na verdade, foi porque o Butch Walker atuou com genialidade sendo um canibal completamente louco. Mas quem disse que eu não gostei?
Keltie Collen: "Escrevi um livro sobre seguir seus sonhos, mas perder seu coração."
Se for pra falar de grandes ilusionistas sem tocar nela, chega a ser impossível para mim. Não só porque eu me inspiro nela em vários aspectos, porque eu a admiro e, às vezes, acho que de tão maravilhosa que ela é, não acredito na existência dela, mas porque ela é - acima de todas as suas características pessoais - uma excelente profissional. Independedente do que ela se proponha a fazer. Keltie é extremamente doce e focada nas coisas de seu coração. Existem inúmeros vídeos em que ela se mostra uma pessoa incrível, divertida e, principalmente, sensível. Como eu disse lá em cima, o maior dos ilusionisas sempre são os escritores, porque os livros nos levam à varios lugares sem sair do seu lugar. Keltie escreveu um livro sobre o que ela viveu - entre outras coisas - com o guitarrista Ryan Ross. O homem que ela amava - e talvez ainda ame, e eu acredito que ame ainda porque tudo o que ela faz, pra mim, eu consigo enxergar uma pitadinha de Ryan ali. Às vezes até vejo o Ryan nas músicas da melhor amiga dela, Christina Perri - que quebrou seu coração em milhões de pedacinhos.
Por falar na história de Keltie e Ryan, eu fico me lembrando de uma coisa que me traumatizou muito. Eu me lembro que eu conhecia um número bom de fãs da banda Panic! e a grande maioria deles detestavam a Keltie (eu ainda não consigo entender como eles conseguiram odiar uma mulher feito a Keltie. E eu nem estou falando da beleza dela, e sim da pessoa que ela é em cada linha que ela escreve em seu blog). No dia em que a Keltie dissertou em seu antigo blog a respeito do término do noivado/namoro/morar-junto com Ryan Ross eu estava no MSN em um chat e eu me lembro do surto de uma pessoa que não conseguia parar de rir e falar que Rydon Existe. Bem, todo mundo sabe que a traição não foi com o Brendon Todo mundo sabe que a traição foi com a mais fútil de todas as loiras do Ryan: Kate Marie Thompson. Eu não sou de implicar com namoradas de artistas, mas eu nunca consegui gostar da Kate, por mais que eu tentasse.
Voltando à ilusão que Keltie nos proporciona, foi ela que coreografou uma das melhores apresentações da banda Panic! at the Disco, a do VMA 2006. Eu fico ainda mais encantada com aquela apresentação a cada vez que eu assisto. Eles não conseguiriam ter algo tão fantástico se a Keltie Collen não fizesse um trabalho grandioso e lindo. Enfim, eu a admiro pelas coisas que escreve, pelo coração livre, pelos sonhos. Não pude ler seu livro ainda, mas eu quero. Quero muito.
Ryan Ross: "Sou o cara mais odiado da internet."
Ryan Ross. Guitarrista e compositor. O homem que eu mais amo no mundo. Eu não preciso nem dizer porque ele é um ilusionista de marca maior, certo? Às vezes, o dom de ilusionar não é usado para o bem e sim para fazer as pessoas sofrerem. Ryan Ross foi o martir do pequeno coração da Keltie Colleen, o martir dos coraçõeszinhos (?) de milhões de fãs. Mas antes de tudo isso, Ryan é um excelente usuário de palavras.
Veja só, por mais que alguns fãs o odeie nesse momento pelo suposto uso da cocaína (eu sou igual polícia brasilera, sabe? todas as provas estão diante de nossos olhos e eles ainda dizem: "nós iremos investigar e se for verdade, o acusado terá a pena de tantos anos"), a saída repentina da banda, o partir de coração da Keltie Colleen e do próprio Brendon, ele soube usar muito bem as palavras quando compos as músicas maravilhosas que os fãs cantam a cada show. Foi ele que, meio que, construiu os fãs da banda, construiu a própria banda, deu um ponta-pé inicial na Panic! at the Disco. Tem fã por aí que se curva ao "A Fever...", primeiro álbum da banda, e descredita o Ryan do mesmo. Me pergunto, como pode ser tão tapado um fã desses. Lembremo-nos dos tempos em que Ryan em toda a sua glória era um realizador de sonhos e não um destruidor deles.
Eu vou parando por aqui, a leitura deve estar cansativa por estar tão grande, mas eu poderia falar de gênios como Machado de Assis. Poderia tocar em poesias, embora não goste delas e algumas outras coisas, mas ficaria grande demais. Cansativo demais. Depois eu escrevo um pouco mais desse carrosel das ilusões, sejam elas boas ou ruins.
Desde ontem eu tenho em mente de escrever sobre música. Sobre as músicas que de alguma forma mexeram comigo ou mesmo das que eu me identifico demasiadamente. Embora eu não gostaria de falar a respeito da minha vida amorosa, mas a trilha sonora da minha vida está recheada de coisas boas. Vou falar em especial de uma única música em detalhes, mas valerá por todas as outras. A música em questão se trata de New Perspective da banda Panic! at the Disco. Segue o vídeo:
Você já quis matar sua banda favorita por ela têm uma música que fala tanto de você e das coisas que você costuma fazer? É eu sinto isso pelo Brendon Boyd Urie toda vez que eu escuto ou vejo o clipe dessa música. Eu sempre brinco que eu sou a morena dos sonhos do Brendon, porque nao é possível ter algo ficado tão Lully. Enfim, lembram quando o Urie falava sobre o sonho dele? Pois bem, tenho certeza que quando eu o vir, ele me reconhecerá. A final, eu estive no sonho dele para que New Perspective fosse tão igual a mim.
Antes de citar a letra e dizer a respeito dela, do quanto essa letra me deixa nostálgica. Veja bem a foto ao lado. Há algumas suspeitas da pessoa que está aparecendo no reflexo do espelho parece muito com minha musa Keltie Colleen. Não entendi até hoje porque raio a Keltie Collen estaria em New Perspective, mas a gente finge que entende a situação toda. A Keltie é maravilhosa, perfeita e a música... bem, embora esse clipe seja ridículo - sim, eu tenho trauma desse clipe, porque é muito ruim e a música merecia coisa muito melhor do que isso -, não em nada a ver com a Keltie Colleen maravilhosa aparecendo do nada num reflexo de espelho. No dia que eu conseguir ver algum tipo de conexão aqui, eu realmente falo sobre. Juro.
Agora eu vou direto para a parte que me importa da letra. Não que os demais pontos da música não se pareçam comigo, muito pelo contrário, mas eu quero ser um pouco enfática com o que quero dizer.Ontem eu sonhei com uma pessoa e eu não sei se foi uma coisa muito boa. Claro que o sonho foi lindo, mas certas coisas não devem acontecer e foi isso que me lembrou do significado tão forte para minha vida.
More to the point, I need to show. How I can come and go.
Engraçado, não, porque eu sempre tentei estar à margem de qualquer sentimento. Eu sempre procurei fechar o meu coração, busquei a distância perfeita entre o que eu escrevo, os personagens e seus amores que eu. E quanto mais eu tentava fazer isso, eu acabava indo e vindo na vida das pessoas, estragando-as da pior forma possível. Mas como eu disse a uma amiga ontem, eu posso ser fria, mas eu gosto de rir da desgraça das pessoas. Das pessoas e da minha própria, para falar a verdade.
As coisas deveriam mudar conforme o tempo passa, mas eu pareço ser a exceção à regra, sempre. Não sei bem do que reclamar, porque eu sempre busquei ser única para o undo que eu vivo, mas quando eu consigo, eu reclamo. Eu sou meio idiota, certo? Certo.
Other plans fell through, and put a heavy load on you
I know there's no more that need be said When I'm inching through your bed
Take a look around instead and watch me go.
Sem mais palavras a respeito. A final, expor demais a vida amorosa não é legal. Ainda acho que Mr. Urie sonhou com minha história de amor e volta e escreveu essa música. Enquanto eu me arrasto pela cama dela, a vida passa, eu decido sair e viver a vida, mas como sempre, eu tenho mania de fazer meu fantasma estragar a vida dela.
Engraçado, eu perdi as palavras quando soube das coisas que estão acontecendo pelo mundo. Confesso que eu não me choquei vendo o terremoto e tsunami no Japão, não que eu tenha ficado feliz - longe de mim -, mas confesso que meu assunto de hoje não tinha nada a ver com Japão, terremoto e qualquer coisa relativo à isso. Aliás, por mais que eu esteja preocupada com a Terra do Sol Nascente, aconteceram coisas na minha vida que me deixaram meio variada. Eu sei que é fácil ver minha mãe triste, mas eu não me acostumo com isso. Não me acostumo e não gosto na verdade. Acho que eu ainda tenho alguma raiz de sentimentos. Voltando ao ponto, um amigo da família faleceu hoje. Eu colocaria uma foto dele aqui, dissertaria a respeito do pouco que o conheci, mas não posso. Não posso pela falta de palavras, não posso pela falta de fotos, não posso porque eu não quero me entristecer. Não hoje.
Agora eu quero voltar a falar do que eu estava tentando escrever quando me faltaram palavras. Quando eu fui bombardeada com a preocupação dos meus ídolos que estão na costa da Califórnia, que pode ser atingida com um novo tsunami. Vale lembrar que a Califórnia (Santa Monica, em especial) fora atingida por parte dessa onda de forma leve. Segue o vídeo aqui com toda a sua intensidade. Em Santa Monica mora o Panic! at the Disco completo e alguns bons amigos. Em Los Angeles moram pessoas que me importam como Ryan Ross e Charlotte Froom, mas um dos meus lemas na vida é um vercículo Bíblico que diz: "A cada dia basta o seu mal". E eu vou esperar o que irá acontecer com os estados americanos e com os meus amados garotos.
Agora sim, eu vou falar do motivo principal do meu post. Estar sempre sozinha acabou me dando um hobby bem interessante. Observar pessoas e seus modos de pensar. Tudo se conflita e tudo parece nunca se encaixar e ao mesmo tempo se completar. Eu gosto de olhar todas as pessoas com os olhos mais inocentes que tenho, antes de seguir com os piores e mais maliciosos olhos. Eu sonho acordada, eu vejo uma pessoa, eu escrevo mentalmente sobre ela e parto para outra pessoa. E repito a operação. O problema que o imaginário está me fazendo bastante mal, porque eu tento ver as pessoas como elas são por dentro e acabo me estrepando toda. Eu me apaixono por elas sem ao menos conhecê-las de verdade. Eu não me apaixono pelo físico, eu me apaixono pelo esteriótipo montado em minha mente para elas.
Sabe, existe em minha família um tio. Um tio que eu vou chamar de tio L. Ele monta em sua mente uma personalidade em cada um da família, e ele acaba desiluido quase sempre, porque pessoas não são previsíveis, e porque ele não aceita as fugas de personalidade que o resto da faamília tem. Ele sempre quer que sejamos como ele montou e emoldurou para pôr na sua árvore genealógica imaginária. (Aliás, esse tio acha que eu sou bipolar, mesquinha, esquisita e, principalmente, desligada. Eu dou risada, pra dizer a verdade). E por mais que eu reclame que ele tem essa mania ridícula, eu me percebo rumando para os mesmos caminhos. Eu olho nas pessoas, projeto-as, amo-as e do nada elas me desapontam. A diferença entre tio L e eu, é que eu aceito os erros das pessoas e, consequentemente, admito os meus. Mesmo que seja para mim mesma, o que não faz lá grande diferença.
Eu sempre acho que personagens que escrevo são pessoas. Pessoas que me procuram para contar suas vidas e que escolhem a mim por um motivo ou outro para que eu lhes revele uma saída da situação que estão vivendo através das palavras e através do meu olhar gélido das situações que eles vivem. Gélido porque eu acabo me perguntando diariamente se algo, algum dia, vai ser capaz de me fazer ficar em estado de choque. Tudo já ficou muito normal pra mim. Voltanndo ao terremoto do Japão, sem perder o foco, eu não fiquei chocada com as imagens dos tremores. Olhei para o lado e finji que não era comigo. Me compadeço das pessoas, mas os telejornais não me chocaram.
Minha mãe diz que eu não sou capaz de amar. Que eu não tenho nenhum tipo de sentimentos, mas ela não sabe o que se passa dentro de mim e por mais ue me doa acreditar, às vezes eu acho que é verdade. Às vezes eu acho que minha incapacidade de demontar sentimentos estrapola a qualquer um. Daqui a pouco estarei ficando parecida com o House M.D. E eu não sei se eu posso dizer que é pior, mas essa situação me fez rir pra caramba e me deu vontade de andar de bengala.
Vou trocar de assunto. Estou com saudades de fazer um post com fotos. Bem, então eu vou colocar uma foto aqui só para introduzir o assunto que eu quero discutir. A hipocrisia das pessoas que me dá nojo. Embora a foto soe como "what the fuck is this?" mas vocês compreenderão.
Coffeeholic: Aquele que é viciado em café e seus derivados.
De uns tempos para cá, eu tenho notado que um número excessivo de pessoas está se tornando coffeholic sem ter pelo menos uma dor de gastrite sequer. Sem saber o que é ter abstinência por um líquido que sequer é água. Sem sequer imaginar a piada; 'pode acabar a água do mundo, porque eu não vivo sem café', mesmo que o café precise de água para ser feito. O que me deixa mais irritada com essa atitude hipócrita é o fato de ser coffeeholic é uma nova modinha por aí. Uma modinha que me irrita, afinal das contas, café é a oitava maravilha do mundo, mas acho que as pessoas não devem tomar essa maravilha com tanto afinco - se é que tomam - porque ela lê nas redes sociais. Eu não consigo compreender porque os sites de relacionamento têm o poder de influenciar tantas pessoas. Passo horas do meu dia me perguntando por que é que o mundo mudou tanto, mas eu às vezes me pergunto se eu que sou diferente demais do mundo em que eu vivo.
Eu consigo conviver muito bem com a maioria das coisas, porque eu observo e escrevo sobre o que eu vejo e eu posso estar focada demais em uma janela que não acontece muita coisa, mas eu não sei conviver é com hipocrisia. Não sei ficar calada e ver pessoas com poserismo, seja ele qual for. Eu preciso de um pouco de calma para lidar com isso, calma, escrever e claro, de um gole de café. Lembro-me bem de minha professora de inglês que sempre me diz que escritores estão sempre acompanhados de café e computadores. Eu tenho que dar razão a ela. Ao menos comigo é exatamente assim.
Enfim eu ainda sigo sonhando com o dia que a hipocrisia não mais existirá. Embora saiba que os hipócritas continuarão tendo o prazer de me irritar e de conseguirem com toda a facilidade do mundo.
Embora toda a minha família tenha tentado impedir meu primo e sua esposa (esposa? eles não se casaram, só estão morando juntos) a não pôr esse nome no moleque, não deu muito certo. Ficou mesmo Murilo Vinícios de-não-sei-o-sobrenome-da-Andressa Baruffi. Fora esse nome horrendo e de todo o trabalho que foi o parto, acho que estou bem feliz por causa do meu primo - aliás, a família inteira está - e pela esposa dele.
Deixe-me dissertar sobre o parto. A final eu sou a pessimista da família e estava pondo pilha no mundo. Pra mim o Murilo nasceria morto, tamanha a demora do parto que a Andressa estava tendo. Minha mãe disse que a menina estava com 38 semanas de gestação e o normal era 36 semanas, ou seja, já tinha algo errado - e por isso eu já tava achando que o moleque já tinha morrido dentro da barriga, mas eu não sou obstetra, certo? - com todo aquele processo. Às cinco da manhã de ontem, dia 09, a menina entrou em trabalho de parto. Mas chegou num certo momento, ela não sentia dor nem contração, mesmo no hospital. Esperaram até a menina quase ter o filho, literalmente, já que o bebê não encaixou e não tinha espaço suficiente para sair. SUS é SUS e particular é particular. Quando pagaram a cesariana, o bebê Murilo conheceu o mundo.
De qualquer forma, minha mãe brincou: "Acho que o bebê não está querendo nascer. E ele faz bem, esse mundo está completamente louco" e eu sou obrigada a concordar com ela. O mundo está completamente louco e apesar de ter um pressentimento bem estranho em mim, eu estou me obrigando a ficar feliz ao menos por isso, já que se eu for levar em consideração minhas suspeitas sobre a saúde da minha arcada dentária eu vou ter começar a dizer "entristeça".
Na verdade, essa história de saúde da arcada dentária é minha novela particular. Sabe, poderia ao menos ter um par romântico para eu escrever a respeito. Algo do tipo; "blablabla ele então segurou a mão da garota e disse que tudo ficaria muito bem etc e tal", mas eu não tenho tanta sorte com pares românticos. A propósito, meus caros, escritores observam pessoas e são elas que nos inspiram. Olhar o mundo a sua volta te torna um pouco mais sensível - no meu caso, me torna imune às besteiras da humanidade -às pessoas e traz a inspiração necessária para criar personagens e desenvolver situações ineressantes de se ler. Eu vou chamar esse personagem de Mr. D. Eu decidi contar uma história baseada em uma pessoa, quero dizer, não é bem uma história, é uma opinião pessoal sobre Mr. D.
Minha mãe ficou muito nervosa com ele depois de tudo o que aconteceu com ele e com a personagem da história, a menina #1. As coisas mudam com o tempo e minha mãe adorava o Mr.D, mas tenho a impressão que ela não o perdoou por ter feito o que fez. Mr. D e a menina #1 foram namorados por duas vezes, num iô-iô nada saudável para nenhum deles - aliás, iô-iô romântico nunca é saudável para ninguém - e das duas vezes circunstâncias suspeitas terminaram esse namoro. Eu acredito que Mr. D acha que a menina #1 é meio que um porto seguro para ele, a final, quando tudo tá bem ferrado na vida dele é procurando a menina #1 que ele se acerta. E eu nem estou falando do namoro lindo de final duvidoso que eles tiveram, mas sim de eles serem um bocado bem relacionados um com o outro. A final, dizem que ex bom é ex morto.
Eu quero contar uma história. Prestar uma homenagem a alguém muito importante em minha vida e que sequer sabia ler ou escrever. Uma homenagem para alguém que me deu carinho e amor num dos momentos mais difícieis da minha vida. O Ross. Não o Ryan Ross, o homem a quem admiro apesar de tudo. O Ross meu melhor amigo. O Ross, meu cachorro.
Quando minha amiga Loiane veio aqui na minha casa, num dia qualquer ela disse para minha mãe o seguinte: "A senhora quer ganhar um cachorro?" Não havia se passado mais do que uma semana da morte da minha outra cadela, Jane, a qual eu não era tão apegada ao meu Ross. Minha mãe disse que não, mas eu disse que queria e com um pouco de lábia eu consegui fazer com que minha mãe aceitasse adotar um cachorro desde que eu cuidasse. Eu saí caminhando com a Loiane alguns metros até a casa de quem estava oferecendo os cachorros. A cena que eu vi me impressiona até hoje. Os filhotes de duas cadelas diferentes estavam todos amontoados dentro de um único balde, lutando por um espaço na borda. Ross era esperto, pisava nos outros para me chamar atenção e na verdade, ele não conseguiu. Eu estava interessada em adotar cachorro branquinho com manchas marrons que parecia muito com o Bogart do Brendon Urie. Mas aí quando eu disse "Quero o branquinho" a dona do cachorrinho disse "Esse branquinho já tem dono." e eu me vi obrigada a escolher outro cachorro.
Sorte minha! Ross virou o balde e veio fazer gracinhas para me agradar, como se me pedisse para que eu o tirasse daquele monte de cachorros e daquele balde. Ainda me pego pensando porque colocar uns quinze cachorrinhos e um balde? Mas isso não é da minha conta. Quando eu segurei Ross no colo, suas patinhas grudaram em minha roupa e, como todo cachorro, estava com medo da altura. Quando comecei a andar com ele para minha casa, o meu menininho deitou sua cabeça em meu ombro, como uma criança no colo de sua mãe, e chorou. Eu queria ir lá correndo e devolver, porque ele não queria se separar da mãe dele, dos irmãozinhos, e dos amiguinhos.
Minha mãe se encantou com o Ross a primeira vista. Ele era esperto, mas um bocado medroso. Eu me lembro como foi árduo escolher o nome do cachorro. Eu queria que ele se chamasse Scooby Doo, mas minha mãe bateu o pé que não queria. Como eu tinha um peixinho beta chamado Phoebe, por causa de F.R.I.E.N.D.S, minha mãe sugeriu Ross, eu aceitei. Ross por causa do seriado e Ross por causa de um dos caras mais geniais do mundo, o guitarrista George Ryan Ross. Decido o nome, outras coisas viriam.
Eu nunca tive muito controle de mim quando o quesito era corrigir. Então, quando Ross aprontou a primeira arte, que eu não lembro o que foi, eu o joguei com força no chão, ele passou uns cinco minutos chorando sem parar. Eu não me lembro porquê, só me lembro de ter corrido para ver o que eu tinha feito com ele e se o havia machucado. Havia dado tudo certo. Lembro-me também de quando a bicleta da minha mãe caiu em cima dele, foi bem engraçado, porque ele levou um susto muito grande e porque ele adquiriu uma mancha na cauda. Uma mancha preta que nunca mais saiu.
Dormir com o Ross era um problema. Não porque ele chorava muito, mas porque ele era hiperativo demais. Era hiperatividade exalando pelos pórus caninos dele. Então, minha mãe deu-lhe uma lata como brinquedo, e ele gostava de entrar dentro dessa lata, fazendo com que ele ficasse cego e não conseguisse sair de lá. E com aquilo na cabeça ele andava, batendo a cabeça nas paredes e acordando toda a vizinhança. Por falar em acordar, Ross era o primeiro a acordar da casa. Ao primeiro raio de sol ele achava que era hora do café da manhã e começava a gritar fortemente, como se alguém estivesse o maltratando. E aquele escândalo por comida era a cada duas horas.
E todo essa história de aprontar, ele não tinha sequer três meses de vida!
O tempo passou muito rápido e o choro por comida começou a se transformar em exigências em rosnado. Eu tratei de corrigir brigando com ele, mas Ross não era do tipo que costumava obedecer, ele fazia o que bem queria, quando queria e porque queria. Eu achava engraçado, porque ele me respeitava, mas já a minha mãe, não. Uma carinha de coitado a mais e o Ross tinha tudo.Mas o mais importante no Ross veio com o tempo. Ele me amava incondicionalmente da mesma forma que eu o fazia. Eu o eduquei, eu dei de comer quando ele ficou doente, eu fazia carinho, eu brincava com ele. Eu sempre estive perto dele pra tudo e ele era o único que tentava me animar quando eu chorava.
Ross era secão, como eu sou. Quando ele me via chorar por alguma coisa, ele vinha até mim uma vez, como se perguntasse o que estava acontecendo comigo, saía de perto, mas voltava uns minutos depois para saber se eu tinha parado. Se não havia parado ainda, Ross começava a me lamber e sentava-se ao meu lado. Na verdade, ele era o único que eu deixava me ver chorando. Acho que ele aprendeu comigo a ser meio turrona.
No dia nove de março do ano passado eu acordei com tosses. Eram um mudo pedido de socorro que eu não interpretei. Quando finalmente abri os olhos, meu cachorro estava agonizando. Eu estava sozinha em casa e logo quando minha mãe chegou, a sina por ajuda médica não chegava. Por várias horas eu insisti por médico, e as quatro horas da tarde que eles vieram buscar. Eu já tinha chorado demais e Ross havia me visto chorar. Ele queria vir até mim e dizer que tudo ficaria bem, eu estava dizendo isso a ele naquele momento, mas eu sabia que ele estava mal. Exatamente a essa hora: 17:40, meu bebê, meu trocinho, meu Ross, meu melhor amigo, me deixava.
Não sei se algum dia eu vou ter outro cachorro. Não sei se um dia eu vou amar tanto ouro cachorro quanto eu amei - e ainda amo - o meu pequeno trocinho, mas sei que melhor cachorro que Ross Aparecido Coelho Gomes da Silva não existe e duvido muito que existirá algum dia. Hoje, nove de março de dois mil e onze está fazendo um ano que ele me deixou e eu ainda sinto falta da companhia agradável dele, de acordar e não ligar pra ninguém, mas de correr feito uma desesperada para dizer "bom dia, Ross" e ver aquele rabinho manchado de gracha balançando para mim. Ninguém tem noção da tristeza em que sinto hoje e da solidão que carrego em meu peito. Eu ainda quero que alguém me ame, da mesma forma que o Ross me amou.
É um bocado engraçado, já que eu venho aqui para falar de algo tão banal que várias pessoas falam a respeito e isso andam mexendo comigo. Eu admiro pessoas que lutam por sonhos, eu admiro pessoas que os têm, que luta pela realização deles, já que eu não o faço, embora tenha muitos sonhos.
sonhos mortos, na verdade...
Ao contrário de que se tem notícia, é muito fácil ter seus sonhos destruídos e se sentir frustrado. Às vezes você realmente não faz nada para realizá-lo, mas seus sonhos são frustrados antes mesmo de começar a alçar voo. E não é que eu goste muito de falar a respeito de sonhos, eu tenho sido cercada de incentivos para lutar pelos meus. Não que apareça pessoas em minha porta, ou surja pessoas aqui em minha casa para dizevr que eu tenho futuro, ou o oposto, mas veja as coisas acontecem aleatóriamente e me fazem crer que eu sou capaz de conseguir sonhar e realizar meus sonhos.
Na semana passada eu fui à aula de inglês e o diretor de lá - que já me chama de escritora, sem ter lido muito das coisas que eu escrevo - me disse: "Essa garota tem futuro". Dizem que os mais velhos têm sabedoria e têm visão de futuro. Eu fiquei com isso na cabeça, compreende? Pensando por horas a fio. Essas coisas não são muito do acaso, ainda mais quando a sua frustração é mais forte que sua vontade de lutar. Depois eu assisti um filme, sobre uma tal de Lavagirl, onde dizia que "Tudo o que existe, um dia foi apenas um sonho", o que quer dizer que se eu quiser sobreviver, eu preciso sonhar. Que eu não conseguia mais escrever sequer uma palavra no que eu me proponho a escrever, porque eu não tinha mais nenhuma espectativa a respeito do que eu fazia. Foi nesse momento que eu percebi que eu tinha que retomar sonhos perdidos, embora minha timidez e inseguraça ao respeito do que eu faço, eu sou capaz de levar meu nome até os céus se eu tiver coragem de acreditar que eu sou boa em alguma coisa.
Esse ano eu tive o ímpeto de ver o carnaval - por tédio, eu assumo - e acabei me deparando com o samba-enredo da Mocidade Alegre que falava sobre as ilusões. As ilusões são exatamente com quem eu me proponho a trabalhar. Eu crio personagens, eu crio realidades, crio quem gostaria de ser, quem eu gostaria de estar por perto e onde eu gostaria de viver. Eu mexo com isso, eu tenho isso em mim, mas não trabalhava mais com elas, porque eu me sentia mais movida por uma frustração e do que pelos instintos de escrita que eu tinha.
Certas coisas acontecem por acontecer, outras são para te fazer acordar. Um choque de realidade é sempre bom, mas não quando te faz compreender que sonhar é desnecessário. Tudo o que existe, um dia foi sonhado, e a fama é consequência do que é bom - e às vezes ruim, já que muitos sonhadores alcançaram seus sonhos tendo feito coisas consideradas ruins por uma parcela da população, como é o caso da Stephanie Meyer (que eu também não gosto da obra dela) -, e também a consequência clara é o ódio. Pessoas odeiam porque ivejam. Porque ódio gratuíto é a marca registrada do mundo atual, certo? Certo.
O que me fez retomar o sonho de ter um blog que fale do que eu sinto foi uma mulher. Uma mulher que de tão maravilhosa eu acabo achando que ela não existe. Que é uma das minhas personagens, de sonhos que eu tenho acordada. Um dos meus sonhos de consumo é dizer a ela o tamanho da importância que ela tem para mim, do quanto ler o que ela escreve, ver suas apresentações me faz compreender que por mais fria que eu sou, eu também tenho direito de ser feliz, mesmo que doa para eu chegar lá. Essa mulher é uma das garotas da minha vida. Para saber que o meu anti-herói Morgan Dale pode ser o próximo Edward Cullen (e na verdade, imagino meu personagem tendo uma crise de nervos e risos nesse momento). O nome dessa mulher maravilhosa, que eu acredito não existir: Keltie Colleen.
Trabalho duro. Paixão. Coragem.
Esse é o lema dela em sua vida. Um lema que eu decidi aceitar para mim no lugar de aceitar o lema que havia aceitado. As pessoas não sabem o que é sempre sentar e esperar que as aconteçam em sua vida e deixá-las te matar aos poucos. Keltie não é somente uma sonhadora que venceu, ela ensina as pessoas que sonhar vale a pena, se você estiver disposto a lutar porque esá apaixonado com coragem.
Novamente, as coisas na minha vida não acontecem por acaso. Tudo tem o poder de me fazer ver que as coisas funcionam para todo mundo e que o tempo não espera que você consiga realizar seus sonhos com inércia. Estar inerte a tudo o que acredita não levam ninguém a nada. As coisas vão dar certo para mim a partir do momento que eu voltar a acreditar que eu sou capaz de fazer meus sonhos acontecerem. O difícil é acreditar que em meio a todos os meus fracassos e inseguranças, eu realmente seja capaz de ser inerte.
Além do lema da Keltie Colleen, existe uma música que eu sempre choro ao ver o seu clipe. Porque por mais que eu tenha pavor de fogos de artifício, a analogia feita por Kate Perry mexe bastante comigo. Amor dói, frustrações doem, mas deixar as pessoas verem do que nossos sonhos se constituem nos dá forças para lutar, mesmo quando os nãos vêm para desanimar. Transforme os nãos em força para provar que você é capaz.
"You just gotta
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the 4th of July"