Nossos meninos do panic! tem a mania de arranjar suas garotas e muitos não gostam desses relacionamentos, ou porque elas os estragam, ou porque elas os afastam daquilo que chamam de OTP. Tem um milhão de motivos, mas fato é que as pessoas as julgam, muitas vezes por sua aparência que por sua personalidade. Sempre disse que se eles nos chamam atenção, é porque eles são diferentes. Vamos começar por uma das que eu mais gosto no mundo: Keltie Colleen.
Eu comecei a acompanhar o panic! por meados de dois mil e sete e infelizmente não vi essa garota conquistando o coração do Ryan. Ela é uma pessoa excepcional. Keltie Colleen é diferente de todas essas garotas, porque ela é tudo o que ela quer ser. Ela tinha uma carreira afixada como dançarina antes de fazer a coreografia para o Video Music Awards. A Keltie nunca exibiu o Ryan, a Keltie sempre quis o melhor pra ele, ela o colocava nos eixos, o amava mais do que qualquer outra pessoa um dia pôde amá-lo ou vai amá-lo. Keltie foi quem estava ali quando ele cresceu, deu todo o suporte que ele precisou.
Definitivamente, eu não entendo como ou porque as pessoas conseguem odiá-la. Não é fácil esquecer alguém com quem você conviveu por quatro anos inteiros. Não é fácil você esquecer o que as pessoas te fazem, ainda mais uma pessoa que não vale a pena, como Kate Thompson. Quem deveria ser odiado por uma barbárie feita, era o Ryan que além de tudo o que fez, ainda teve a cara de pau de dizer que ele se arrependeria. Que depois de conhecer outros terrenos, ele se arrependeria e voltaria para a mulher maravilhosa que ela é. Uma pena que ela já não confia mais nele. Keltie namorou também um dos integrantes da banda The Cab - uma das bandas favoritas dela e uma das melhores bandas que eu já tive a oportunidade de escutar - e atualmente está em outro relacionamento. As pessoas têm que entender que as pretensões da Keltie Colleen mudaram. Ela já tem mais de trinta anos, a vida dela já está estabilizada.
Sarah Elizabeth Orzechowski. Ex-namorada do Jeremy, da banda Paramore. Existem vários boatos a respeito dela e nenhum deles é dos melhores. Sarah é uma bela garota, de fato, mas dizem que ela magoa demais os caras com quem sai. Dizem que ela traiu o Jeremy com o Brendon, ocasionando uma mágoa nele tão forte, mas tão forte que dizem que a Hayley – vocalista do Paramore – de quem ela é muito amiga, não queria ouvir sequer falar o nome de Sarah. O fato é que ela não tem emprego – ela tinha um site de designer de jóias, se não me foge a memória, mas ela o tirou do ar -, ela só fica em casa cuidando do Brendon e o agradando.
Ela é engraçada, é fofa, tem um sorriso fácil. Ela é boba, mas sabe ser séria e acho que isso – além do sexo – chamou a atenção do nosso Urie. Ele não é nenhum santo, ele demorou pra caramba pra se aquietar. Ela o ajudou demais quando ele teve em um estágio mais avançado de depressão (e não que ele tenha saído disso), mas ao mesmo tempo, ela tem certas desvantagens. Sarah não tem vergonha de viver à custa dele, não tem vergonha de exibi-lo, de provocar as fãs que já a detestam. Infantilidade, claro, mas cada um com seu cada um. Não somos ninguém para censurar nosso amado Brendon por enxergar a Sarah como a mulher da vida dele, por ele estar relativamente feliz com ela. Veja, se formos falar do Ryan, quanto tempo ele o esperou, estando solteiro? Quando ele achou que não havia mais solução, ele encontrou a Sarah e lutou por ela. Existe algo nessa garota que nós não vemos e que o atrai. Sexo, claro, sempre. Mas tem algo a mais. Sarah oferece ao Brendon casa, comida e roupa lavada. Ela atura calada todos os desaforos dele como... Brallon. Então, ele tem mais é que valorizá-la como já faz.
A nós, fãs, só basta esperar que esses boatos não sejam verdadeiros. Se um relacionamento começou com uma traição, pode acontecer de novo. E sinceramente não acho que o Brendon aguente mais uma decepção amorosa.
Me pergunto se existe algum fã de Panic! at the Disco que ainda duvide do amor que Dallon James Weekes tem por sua esposa, Breezy Dawn Douglas-Weekes. Acho que eu nunca conheci uma esposa de músico melhor. Uma pessoa que é mãe, esposa, amiga, fã e acima de tudo é divertida. Ela responde aos fãs, sem exceção, se você lhe perguntar algo decente ou disser algo engraçado a ela.
Por um exemplo: eu brinquei com a Breezy, sem pretensão nenhuma de ser respondida, que ela deveria postar uma foto sem roupas, como a Sarah havia feito, se eu conseguisse subir a tag "#breezyalmostnaked". Eu passei dias rindo disso, não pelo fato de ter sido indiretamente respondida pelo Dallon, mas porque a Breezy perdeu parte do seu tempo com uma brincadeira boba feito a minha.
Fato é que se existe alguém sortudo no Panic! at the Disco, esse alguém é Dallon Weekes. Breezy não é dessas que você vai achar em qualquer lugar, ou em qualquer pessoa. Breezy é filha de dois artistas plásticos e de Salt Lake City. A garota seguiu a mesma profissão dos pais, sendo formada em artes. Ela trabalha em casa, vendendo roupas, acessórios e outras coisas mais pelo Ebbay e mesmo ela tendo conhecido a fama a pouco tempo, junto ao seu marido, ela não mudou. Continuou sendo mãe, continuou amiga, continuou feliz ao lado de seu marido. Simplesmente isso, não dá pra odiar alguém que nos mostra diariamente que é possível sim ser mulher de "rockstar" e ser simpática, não ser fútil e ainda assim ser fã do trabalho de seu marido.Eles têm uma relação invejável. Uma relação que deixa até pessoas como eu que tem aversão nata a palavra casamento, com vontade de ter casamento e filhos.
Bem, eu vou falar somente dessas garotas. Eu não tenho o que criticar da Heckenberg. Eu estou tentando mesmo conseguir gostar dela, mas já tem três anos que eu tento, porque eu não admito eu não gostar de uma pessoa só porque ela namora o meu ídolo, mas são três anos que eu tento em vão. Eu sempre procuro um motivo pro Spencer estar com ela desde que ela tinha 16 e ele tinha 18. Ela tem a mesma idade que eu tenho - vinte e dois - e o conheceu antes de ele ser o Spencer Smith do panic! at the disco e talvez fosse por isso que ele a ame tanto.
Existe uma diferença grande entre ser fã de uma banda, curtir uma banda e ser poser da mesma. Todas essas opções têm uma diferença muito grande e tudo depende de sua admiração pela banda. Bem, eu vou tentar falar um pouquinho disso, porque tem surgido muito na minha timeline no Twitter ou na minha Dashboard no tumblr e eu realmente quero falar sobre um coisa que me incomoda.
Eu conheci o termo “poser” em 2006, quando me apaixonei por FOB após ouvir “Sugar, we’re going down” que ainda é uma das músicas que eu mais gosto – não é minha favorita da Fall out Boy (que é a Nobody Puts Baby in the Corner) – e acabei encontrando pessoas que não conseguiam ver além do Peter Wentz, que mal cantavam as músicas da banda. Eu demorei quatro longos anos pra conseguir ter quatro dos CDs da banda comigo e por mais que em formatações eu tenha perdido os primeiros CDs da banda que eu tinha no computador, eu ainda tenho muitos áudios deles. Eu me apaixonei pela banda, mas eu sabia quem era o Joe, quem era o Andy. Eu sabia quem era o Patrick e o que cada um deles falava e lia tudo o que eu podia ler a respeito deles, na época. Nessa mesma época que eu odiava minha banda favorita. Todo mundo que ouve uma banda da Fueled by Ramen sabe que é como um efeito dominó; se você ouve uma banda deles, ficar sem conhecer as outras é simplesmente impossível. Se você ouve, por exemplo, Cobra Starship, você consequentemente vai ouvir falar de William Beckett e se você ouvir The Academy Is... provavelmente você vai ouvir falar de Travis McCoy que vai te fazer ouvir Gyn Class Heores e isso vai te fazer ouvir Fall Out Boy por causa do Snakes on a Plane.
Outro exemplo é se você ouvir Fall out Boy, a conseqüência mais imediata é você conhecer Panic! at the Disco, porque o Ryan fez guitarra pra banda no Infinity on High e se você escuta Panic! at the Disco é fácil você escutar falar de bandas como The Cab (que foi o Spencer que apadrinhou), como fun. como The Hush Sound e se você ouve The Hush Sound, é uma cosequência ouvir Gold Motel.
O fato é se você faz parte de uma banda da FBR é conseqüência ser ouvido por muito mais gente que você pensa que é escutado. Você vai lidar com três tipos de pessoas. Aqueles que te admiram por quem você é, pelo seu trabalho, pelas suas palavras e pelas suas atitudes. Aqueles que te observam com olhos atentos, que te criticam quando necessário, que ficam tristes junto com você, que se alegram com você, quase como se fossem parte da sua família. Aqueles que sabem quem você é, gostam de uma ou duas músicas de trabalho, das suas apresentações e pronto, chega e aqueles – que são os piores – que te amam porque você é bonito, que te ama porque você é sexy, que tudo o que você canta é perfeito. Aqueles que ficam bravos quando alguém aponta seus erros, falando que você precisa melhorar aqui ou ali. Pessoas que te tratam como se você não estivesse sujeito ao erro. (Ok, vamos deixar uma coisa clara, todas as bandas passam por isso e não só as da FBR).
O que me incomoda nessa discussão é que eu leio pessoas falando “eu sou fã, não sou Wikipédia” e eu me pergunto sempre que vejo essa frase: desde quando Wikipédia é uma fonte de informações confiáveis de seus ídolos? Qualquer um pode simplesmente editar uma informação ali, alterando ao seu favor, como foi o caso da tal “Paula Saporta”. Até eu que não sou fã da banda – ouço a banda da mesma forma que ouço Paramore – sei muito bem que o Gabriel não tem essa tal irmã, mas ela está lá na Wikipédia. Então, não confiem nas informações que você acha lá e não compare o seu amor por uma banda com algo tão supérfluo.
Como eu disse antes, existe uma diferença muito grande entre o fã verdadeiro e o fã poser. Eu costumo comparar o fã poser como se compara um amor e uma paixão. Porque todo fã um dia foi poser. Um dia se deparou com informações vindas de uma outra pessoa quando começara sua “carreira” de fã. Fã poser é aquele que afirma ser fã verdadeiro com veemenia, não admite que falem mal do seu ídolo, porque não sabe que aquele que está falando mal ou falando uma verdade está certo. Que acha que seu ídolo é o melhor naquela área quando ele não é.
Me lembro quando uma revista lançou uma lista com os cem melhores guitarristas de todos os tempos. Eu me sentei na frente da TV e fiquei “Ryan, Ryan Ryan Ross!” mas ao mesmo tempo eu ria de mim porque me falava “Claro, o Slash é melhor do que o Ryan, mas eu quero o Ryan no topo dessa lista”. O fã tem bom senso, o poser não. Não é uma questão só de conhecer a banda a mais tempo, de ter mais informação é uma questão de conhecer o que seu ídolo está sentindo com o olhar, é conhecer a personalidade do seu ídolo com base do que ele fala, do que ele faz, do jeito que ele vive. É olhar a vida dele de fora, apontando as sugestões ali que poderiam facilitar a vida dele, se ele as seguisse, sem julgamento. Como você ser melhor amiga do seu ídolo, mesmo que ele não te conheça, não te olhe, não te admire metade do que você o admira.
Você ama seu ídolo desinteressadamente, você está ali por ele, mesmo sabendo que no seu momento mais difícil ele não vai te fazer companhia fisicamente. Seus pensamentos estão sempre na felicidade do seu ídolo, algumas vezes, acima de sua própria. Você não tem medo de dizer pra seu ídolo o que vier na sua cabeça, a verdade dos fatos, o que seus fãs acham verdadeiramente dele, mas sabe que se encontrá-lo na rua pra dizer tudo aquilo que planejou por horas, dias, meses e, até, anos tudo desaparece. Você está na frente dele e o mundo não mais importa. Sabe, algumas pessoas acham que seus ídolos são deuses, mas eles não são. Eles são humanos lutadores com talento e sorte. Muita sorte.
O poser também ama, mas é prepotente o suficiente pra achar que não erra sobre seus ídolos. O poser acha que ele é invencível, infalível, acha que sabe tudo, mesmo tendo conhecido-o a uma semana. É simplesmente impossível saber tudo de uma pessoa em uma semana de conhecê-la. É impossível, simplesmente, saber tudo de uma pessoa com a qual você não convive diariamente. É impossível formular opiniões sobre pessoas tendo tão poucas informações. Da próxima vez que você encontrar uma frase “eu sou fã, não Wikipédia” como essa por aí, diga: “eu sou fã e não familiar” porque só quem conhece uma pessoa de verdade é aquele que convive diariamente com ele.
Existe aquele que você pergunta: “ah, você ouve essa banda? *-*” e ele te responde: “ouço, mas não é minha favorita” ou “ouço, algumas músicas” ou “ouço sim, é ótima, mas não sou fã.” Esses não merecem ser chamados de posers, eles apenas são aqueles que provam que a banda é boa. Que incentivam a banda pelo trabalho dela, sem realmente “conhecer”. Eles não precisam saber os nomes completos dos integrantes, eles só admiram o trabalho e o passa adiante.
Ah, outra coisa, só porque uma pessoa escreve o nome do ídolo errado, não quer dizer que seja poser. Vamos supor que essa pessoa é fã do Incubus e do Panic! at the Disco, vai ser muito fácil ela confundir o Brendon Boyd Urie com o Brandon Boyd, certo? Só troca uma letrinha nos dois nomes. Não dá pra julgar sem conhecer! Poser é aquele que ama uma única música, não conhece o trabalho do seu ídolo, só aquela música, julga-o, interage com os fãs como se fosse um deles e ainda se ofende quando o fã xinga seu ídolo! Simples assim.
Você não é Wikipédia, mas o volume de material que você tem sobre seus ídolos te faz mais bem informado que esse site. Você não é mesmo Wikipédia, porque você ama seu ídolo e se você pensar que um dia amor de fã acaba, saiba que ele amadurece, que ele reproduz, mas não morre.
Desde a primeira vez que eu ouvi Memories, eu senti como se a música fosse incompleta. Eu sempre achei que o Brendon queria falar mais coisas com essa música do que ele conseguiu fazer. Então veio Stall Me contando a primeira parte dessa história. Bem, então vamos começar do começo antes que eu comece a chorar de novo. Essas duas músicas são consideradas por mim como hinos Ryden, compreende? Elas contam muito mais que eles queriam contar.
Fall to your knees and kiss the ring. The crow’s rejoicing.
Brendon faz referência clara a quando aos shows que havia no circo. Quando ele estava caído aos pés de Ryan e recebia o carinho do querido dele. Quando ele fala desse anel, eu tenho duas opções pra você. A primeira, você se lembra das fotos que o Jon postou? Onde tem aquela em que Ryan tem um anel idêntico ao atual que o Brendon vive usando? Certo, ele pode estar falando desse anel, ou a hipótese que eu acredito mais, ser o anel de compromisso do Ryan com a Keltie. Pra quem não tem noção, Keltie e Ryan moraram juntos por quatro anos inteiros até ele fazer a idiotice de traí-la e, se não me foge a memória, foram noivos. Nem preciso falar que aquelas ceninhas inocentes de teatro eram o ponto alto do show.
All of my dreams wake up to despise a world I once loved.
Brendon já não é mais o mesmo. Ele trocou o cair de joelhos por cenas gays um pouco mais provocantes em cima do palco. O Brendon que agora cresceu, que não tem mais o brilho inocente nos olhos acordou. Está desperto para as coisas que o remoia e decidiu fazer disso apenas seu passado. É claro que como os fãs, ele também gostava do mundo de mágica, de ser o mágico, mas novamente, eu quero abrir uma teoria pro clipe de Mona Lisa. Brendon Urie começa com igreja empoeirada, com a cartola tão cheia de poeira. Hoje ouvindo “I Write Sins Not Tragedies” eu achei algo que cabe muito nisso que estou falando “Having people ever heard of closing the god damn door.” Acho que ele está a fim de fechar o máximo de vínculos possíveis com tudo que o ligue ao Ryan e todo o mundo que ele viveu e amou um dia.
Why would you bring me in if you knew what you’d become?
Brent foi quem trouxe Brendon ao convívio de Ryan e Spencer. Foi o Brent que apresentou com Brendon como um possível guitarrista e depois eles vieram a modificar a banda que conhecemos antes. Brendon queria fazer faculdade, queria ser alguém diferente e talvez ele viesse a trabalhar com música algum dia, mas ele queria fazer faculdade. Foi Ryan quem mostrou que a música era o caminho. Que a música era o melhor a se fazer com um talento tão grande quanto o dele. Ryan é um gênio. Conduziu Brendon até onde pôde, mas deixou uma mágoa muito grande no coração do Brendon. Vendo tudo o que eles haviam construindo juntos. E o crescer de Ryan deixou Brendon triste.
So curse everyone and everything, even the sun.
Novamente ele cita o sol. O Sol de When the Day Met the Night que um dia ele tanto amou. Nesse momento, era ele o culpado por toda a dor e a depressão que estava sentindo, compreende? Ele amaldiçoou tudo o que ele amou, tudo o que ele um dia viveu, porque ele estava conhecendo gostos que ele jamais pensou conhecer. Então ele amaldiçoou o sol apenas pra extravasar um pouco da raiva.
Stall me, stall me I’m all in. Stall me, call me up or break me in. A dark room and the wallflower got in at the party.
Na primeira parte é um pedido – novamente – para que Ryan se decida de uma vez por todas. Para que ele não o deixe à mercê das suas escolhas, porque agora ele tem vida própria. Bem, vamos para a outra parte. Muita gente canta que é the wallflower garden of the party, mas o urban dictionary me falou que the wallflower é aquela moça que está sozinha numa pista de dança. Sendo assim, acredito que Brendon esteja falando da Sarah. Que na hora mais escura de sua vida, Sarah entrou e o confortou da maneira que pode.
She’s got four on the floor. She’s waiting to kickstart me. So just Stall me.
Mais uma vez, Brendon coloca o sexo em jogo. Four on the floor e kickstart são posições sexuais segundo o urban dictionary. Então ele estava realmente falando sobre a vida sexual dos dois. Para o Ryan abandonar seus pensamentos nesses momentos.
I had a rosy dream. You gave up on you and I gave up on me and love came along and said “Leave them be”.
Uma vez li algo sobre stall me que me intrigou e ao mesmo tempo me deixou ainda mais interessada essa música em especial. Nessa teoria dizia que esse rosy é um anagrama para “Ross”, então ele teve um sonho com o Ross e nesse sonho eles desistiam de tentar aquele sonho individual para viverem juntos o próprio amor. Mas Ryan é orgulhoso e tinha que ser apenas em sonhos que esse amor pode ser vivido com toda a intensidade que ele merece.
We were wrecked on every rocky tasted like a cork my pretty little angel. I’m singing to empty bottles everywhere. Everywhere.
Mas todo sonho tem um despertar, como uma abstinência de um vício forte. Imagino que quando ele teve esse sonho forte que o levou a contar em forma de música, o acordar não foi fácil, como continua não sendo ter que viver de sonhos esse amor velado que ele tenta transferir pra Sarah. Enquanto ele vivia esse sonho, era como na época em que os dois eram dois garotos inconseqüentes, mas que se acabou.
Lembra-se da platéia enlouquecida? Pois bem. Entre o lançamento do V&V e a separação, houve alguns shows. A stage gay com o Dallon demorou mais que eu imaginei que ia demorar. Talvez porque eles adquiriram mais afinidade agora, mas independente disso, ele se sentia cantando para pessoas vazias, como se faltasse algo em seu show, justamente porque sem isso, não havia delírios tão grandes de sua platéia. Por outro lado, como em Mona Lisa, essas mesmas garrafas podem ser o fato de ele ter bebido demais pra esquecer o sonho e por mais cheio de álcool que ele estivesse, ele, Brendon, ainda se sentia sozinho.
She counts on stars, astrology. My moods are mercurial but I know Mercury. Don’t hold your breath.
Quando ele diz que seu humor é mercurial, ele está dizendo apenas que ele muda muito de opiniões, mesmo conhecendo os argumentos de Ryan, mas que mesmo assim ele não devia deixar de vivier a vida que ele, Ryan, acreditava ser a melhor somente porque Brendon parecia não conseguir sozinho em um primeiro momento, mas o tempo o fez perceber que ele é forte.
Novamente eu bato na tecla de que o Ryan é desatento a tudo o que não está ligado a si mesmo. Que o Ryan enjoa das coisas que tem com facilidade e é impulsivo o suficiente para cometer besteiras como tocar rock clássico pra uma platéia que prefere, em sua maioria, músicas feitas em computadores. Talvez o “ela conta as estrelas” seja o fato de Ryan estar lutando por algo completamente inútil e ele conhece esse objetivo, conhece o final dele. Como que ao amanhecer, o objetivo é desfeito. (Como em memories, quando ele diz ‘but they couldn’t quite remember what inspired them to go’)
Baptized in the river of you, hold on to the moon it’s just a sliver of you.
Pra quem não conhece o real significado do batismo se trata de enterrar uma pessoa e nascer outra. Ou seja, o batismo é a simbologia de um sepultamento de uma velha criatura e o nascimento da nova. Quando o Brendon fala isso, quer dizer que ele está sepultando o homem que estava pronto a obedecer, a se impor pouco, a deixar a banda ser conduzida e assim como a sua vida de uma forma mais impactante e controlada por Ross. Acredito que aqui ele se coloca no lugar da lua pela primeira vez, sem citar When the Day met the Night. Agora ele diz pra que ele entenda que essa lua não passa de um pedacinho dele e nada mais. Mas se eu usar a citação de When the Day Met the Night eu acredito que possa ter rolado alguma coisa a mais entre eles e que na lua tenha um marco. Como uma ex minha e eu. Nós usávamos a lua como nossos olhos. Porque acreditávamos na teoria de Dear John. Ma mesma lua que eu olhava no MT ela olhava no RJ.
She said she’s got more where that came from to spark me so just stall me.
Acredito que aqui ele saiba que o Ryan não vai ficar calado para sempre. Que um dia ele vai ver ou saber de alguma coisa que vai fazer com que ele se desconcerte, que vai trazer de volta as memórias que tanto o assustam.
Memories.
Agora é divertida brincadeira de ligar s pontos com Stall me. Vocês finalmente vão entender mês motivos de interligar as músicas. Além do que se você cantar as duas músicas, vocês vão perceber que os rítmos são quase a mesma coisa. A introdução de Stall Me parece se encaixar perfeitamente a de Memories e isso foi o primeiro passo pra que eu achasse que a Stall me era o principio dessa história que seguiria com a memories. Se você reparar bem, toda vez que falam de Rydon, por exemplo no tumblr, eles colocam a tag “#oh memories where’d you go” certo? Certo. Mas não só porque te remetem a lembranças, mas porque essa música é outro hino para os amantes desse ship.
He was the congregation’s vagrant with an unrequited love. When your passion’s exaltation, then finding is not enough.
Novamente o Brendon se coloca na história como ‘he’ como em Mona Lisa. Mas aqui ele já percebe que ama sozinho que tudo o que ele fez por amor até hoje pelo Ryan parecia insuficiente (olha eu citando oh glory aqui). Tudo o que ele via, colorido e belo em Stall Me, começa a se desfazer em sua frente, porque tudo parecia tão firme quanto um castelo de cartas.
She was the youngest of the family and the last to be let go.
Ryan é o mais bem sucedido da família, embora ele tenha sido o mais sofrido mais por ser obrigado a cuidar do pai até que ele conseguisse deslanchar a banda. Depois que o pai do Ryan morreu, o Ryan teve mais liberdade e eu creio que é exatamente disso que o Brendon fala.
They decided would try and make it on their own.
Lembra de stall me quando o Brendon pergunta por que ele foi conduzido até ali? Certo, acredito que essas partes estão interligadas, porque novamente sem sua permissão, sem sua consultoria, o Ryan simplesmente decidiu juntar-se a Jon e montar uma nova banda porque ele não queria mais aquela que havia idealizado junto ao seu amigo. Ryan simplesmente deu um baque grande nele a troco de nada.
Oh memories, where’d you go? You were all I’ve ever known.
Aqui ele se pergunta se tem como se livrar das lembranças que o atormenta, mas ao mesmo tempo, sabe que são elas que o torna, dá para ele a sua própria identidade. Sabe que a lembrança da dor causada como da alegria é o que vira combustível pra que ele no final das contas cante como nunca cantou.
How I miss yesterday and now I let it fade away.
Lembra-se do começo de stall me? Quando ele fala da platéia pirando, do mundo que ele amou um dia? É exatamente disso que ele diz sentir falta, mas que por mais que doa nele, por mais que o faça bem e faça mal ao mesmo tempo, ele tem que deixar os dois irem, mesmo que ele saiba muito bem que é um grande erro.
When july became december.
Você nunca se perguntou o motivo de ele usar logo o julho? Se nunca parou, eu explico. Seis de julho de 2009 foi o dia da separação do Panic! at the Disco. Apenas por isso. Quando o julho se torna dezembro.
Their affection fought the cold but they couldn’t quite remember what inspired them to go.
Quem tem o encarte do vices and virtues, vai perceber que ao lado do título da música existe uma pequena estrela que indica que essas músicas vieram depois. Que elas foram trabalhadas com o Butch Walker, um produtor (lindo <3) que ficou mais responsável pelo trabalho de pós produção, exceto com essas músicas que possui uma leve estrela. Brendon disse que Butch ensinou-o a lidar com tudo o que era o papel de Ryan e o que eu quero dizer com isso é que o final, sobre Ryan não se lembrar o que o inspirou a ir é que lá na frente a banda nova não deu certo. Todos os sonhos deles foram destruídos e agora só sobrou as lembranças. A afinidade de Jon e Ryan agora soava como frieza para Brendon, mas mesmo assim, mesmo que soasse como frieza e fundamentada em objetivos, Brendon sabia que já havia arrependimento.
And it was beautifully depressing like a streetcar named desire. They were fighting for their love that had started growing tired.
Ver Jon e Ryan lutando contra algo que ele sabia que não ia dar certo, Brendon nomeia como depressivo, como broxante, mas poético e bonito. Agora na segunda parte, vocês se lembram do sonho com o Ross em Stall me? Quando o amor diz para eles deixá-lo fluir, pois bem. Aqui esse “they” é Brendon e Ryan. Que eles lutaram no sonho por esse amor, mas eles começaram a se cansar. Por isso, acordaram para beber e cantar para platéias vazias, como as garrafas que ele descreve em Stall Me e em Mona Lisa.
When the money lost momentum and the bills pilling high then smile had finally faded from the apple of their eye. They were young and indenpent and they thought they have a planned should've known from the start you can't predict the end.
Aqui é uma acusação um pouco mais dura. Porque Ryan ficou sem aparecer em fotos sorrindo por longos meses. Era sempre um sorriso falso, mas acima de tudo, agora ele sabia que Ryan estava dependendo de dinheiro como vendas do Pretty. Odd. E do A Fever, porque seu nome ainda está lá. Bem, ele está acusando de sustentá-los, enquanto eles, Ryan e Jon, se aventuravam em ser independentes. Mas como eles tinham um plano desde o começo, com uma banda que supostamente faria sucesso, parecia tudo sobre controle, mas agora não eles não esperavam os baques. Não esperava que tão poucos fossem apreciar o novo estilo de trabalho.
A primeira parte da estrofe, pode ser também a respeito do próprio Brendon, da própria depressão. Que ver suas contas se acumulando, estar sustentando a sua Sarah, que o faz partir para levante. Para ir lá e dar um show que em stall me ele chama de incompleto.
Só para concluir no encarte há uma rosa desenhada no canto direito da página. Uma rosa aleatória, mas que pode ter uma ligação forte com o “I had a rosy dream” de Stall me. Enfeites de rosas vão se repetir em Ready to Go, Always e nos créditos, onde eles citam o Ryan.
Decididamentte essa não é uma das minhas favoritas do Panic! Até hoje não acredito que essa música foi considerada hit. Eu acho a música chata, repetitiva e enjoativa. Quase nunca ouço essa música por causa disso. Não me dou bem com ela, mas mesmo assim, existe uma parte dessa música que ainda me causa alguma espécie de interesse. Vamos à letra.
If I retreat, words wars and symphonies make room! We’re taking over here.
Nessa parte eu posso te dar duas opções para você escolher em qual acreditar. A primeira é que se o Brendon retirasse tudo o que já foi dito, todos os problemas ocasionados por isso, eles seriam uma banda bem diferente. Mas ao contrário disso, eles estão assumindo as coisas como elas são. A segunda é que agora eles (Brendon & Spencer) estão cuidando para que tudo seja diferente. Brendon pode estar dizendo que declaradamente não precisa mais do Ryan, musicalmente falando.
And you’re the galantine cold and alone, it suits you well. Won’t find me perching here again.
Agora ele fala de algo que está muito na cara de qualquer pessoa desse mundo. Ryan escreve aquelas canções frias e sem nexo, mas que falam mais de si do que ele queria que realmente falasse. Brendon então acha que esse tipo de canção só serve para Ryan e que muito obrigada ele quer cantar algo muito enérgico, muito pra cima, enrolar a língua pra cantar algo que mais pra frente venha a ter cinco versões diferentes de letras (vulgo: Hurricane. Sim, antes do meu encarte lindo em mãos, eu tinha cinco versões diferentes escritas num caderno e eu achava todas elas erradas).
May your feet serve you well and the rest be sent to hell. Where they always have belonged. Cold hearts brew colder songs.
Essas são as únicas frases dessa música que eu amo de paixão. O resto, pra mim, poderia sequer existir. Acho que sou um pouco crítica demais em quanto a isso. Eu gosto de todo o contexto literal de tudo isso, principalmente da parte “Cold hearts brew colder songs”. Em um contexto Rydon, Brendon está mandando tudo o que ele conheceu como correto, toas as suas incertezas em relação à sua vida pro inferno, que é de onde ele acha que tudo isso saiu.
Bem, eu busquei em alguns sites a tradução dessa música e vi que em alguns deles a palavra “brew” não aparece, mas é o brew quem dá mais sentido à frase. Brew é o ato de fermentar alguma bebida, como cerveja e café, mas aparece em ditados populares como “as you have brewed, so you must drink” (você só vai colher o que plantar). Então “Cold hearts brew colder songs” é “Corações frios semeiam canções mais frias.” Corações como os de Ryan semeiam apenas músicas frias.
Fate will play us out with a song of pure romance. So stomp your feet and clap your hands. Let’s kill tonight. Kill tonight. Show them all you’re not the ordinary type.
Acredito que aqui o Brendon fale para os fãs que valeu a pena ter esperado todo o tempo que levou para esse CD ficar pronto da forma que está. Eles queriam algo bem feito e conseguiram, não queriam ser comparados ao antigo estilo do Ryan de compor e justamente por isso eles ficam sempre batendo nesse assunto.
Hurricane.
Hurricane foi a primeira música do Vices and Virtues que eu me apaixonei. Foi a segunda que eu aprendi a cantar (porque Mona Lisa saiu primeiro e quando o P! postou o V&V no Facebook todo mundo já sabia Mona Lisa de cor) e eu ouvi essa música compulsivamente por vários dias. Sem mentira. Eu chegava a reclamar no twitter por Hurricane ser a terceira faixa e não me deixar ouvir o resto do CD. Eu demorei mais de duas semanas pra conseguir ouvir o CD inteiro tamanho foi o meu vício em Hurricane. Bom, vamos começa a falar do que interessa.
Todo mundo sabe que essa música está diretamente relacionada com o sexo. Na verdade, nem tem como separar muito. Essa música é sexy, é sexo puro. Então, vamos destrinchá-la, no encarte está errada, mas eu sei onde estão os erros.
Are you worth your weight in gold? ‘cause you’re behind in my eyelids when I’m all alone.
Eu acho que Hurricane é uma menção às lembranças do Brendon com o Ryan. Lembranças de poucos meses antes de tudo realmente culminar na separação. Me lembro que, se não me engano, em uma entrevista o Ryan diz que a separação era inevitável, porque ele e Jon já estavam até morando no mesmo apartamento para aprimorar as idéias musicais que eles tinham. Então Brendon se pergunta se estava valendo a pena mesmo agüentar tudo o que ele estava passando, mas ao mesmo tempo ele sabe que é Ryan quem está em sua mente quando ele está completamente sozinho. Sem sua Sarah, sem o seu Ryan. Sozinho sem ninguém em um quarto de hotel, é a presença de Ryan que ele sente.
Hey stranger I want ya to catch me like a cold. You and God both got the guns.
Acredito que esse estranho seja o Ryan, mas isso é muito na cara. Acho que resfriados são incômodos, mas também nos fazem ficar deitados e repousando. Nós estamos falando Brendon em sua fase mais sensual e sexual possível, então... O resfriado pode ser visto como uma recaída rápida, já que é uma doença muito simples de ser curada. Então é provável que agora ele diga que estava enjoando do Ryan distante compondo com Jon e por isso só o queria como um resfriado. Rápido e devastador.
When you shoot I think I’d duck.
Bem. Todos nós sabemos que sempre teve um pouco mais que incompatibilidade musical para essa separação da banda. Eu acredito que ao longo de Janeiro a Julho de 2009 (e isso tem uma referência clara em Memories) haviam muitas pequenas discussões. Coisas bobas de quem não se suporta mais, sabe? Tipo briguinhas de irmãos. Eu tive um namorado uma vez, que me disse que tinha nojo da irmã dele, e hoje em dia eles são super Best friends forever. Então acho que essas armas apontadas e atirando no Brendon que se sentia enganado se trata exatamente disso.
I led the revolution in my bedroom and I set all the zippers free. We said “No more wars! No more cloches! Give me peace! Oh, kiss me!”
Acho que eu não preciso entrar muito em detalhes sobre o que isso quer dizer. Brendon em sua fase mais sexual é meio difícil de se resistir e nós estamos falando de uma música que é 99% falando das aventuras sexuais de um casal “fictício” que vivia brigando, mas se relaciona bem na cama.
Hey, hey! We are a hurricane. Drop our anchors in the storm. (hey!) they will never be the same!
Esquece a primeira frase. A segunda acredito que fale do Brendon que estava lutando contra uma tempestade a fim de buscar um caminho, uma saída para os problemas internos da banda que ele tinha. Que todo mundo via acontecendo, mas que na verdade, preferíamos apenas dizer que eles estavam esquisitos. Acredito que “They will never be the same!” deve se referir a “We’re so starving” de onde todos nós os chamamos de mentirosos, porque com certeza essa não é a mesma banda que começou a carreira a seis anos atrás. Todo mundo cresce certo?
A fire in a flash to keep us warm. Cause they know I know that they don’t look like me. Oh, they know I know that they don’t sound like me.
Nós agora estamos falando diretamente da separação.Acho que foi uma forma de dizer que todo o calor dessas briguinhas foi o combustível pra que a banda continuasse, porque já era claro que Ryan e Jon não eram mais uma peça da banda.
Oh I’d confess I’d confess to the room where I’m blessed. But he didn’t come and speak to me or put my heart in ease.
Brendon diz que gostaria de confessar naquele mesmo quarto em que tinha Ryan que as coisas podem não ser como antes, mas principalmente que ficou ferido por não terem tentando ao menos uma vez ter o coração amparado por seu amado. O fato de Ryan Ross não se preocupar com nada além de si mesmo o machuca.
And I believe in half the time. I am a wolf among the sheep gnawing the wool over my eyes.
Vocês se lembram quando o Ryan comentou que ele não era o vilão daquela história? Lembram-se quando tava todo mundo com ódio mortal do Mr. Ross e ele estava sendo acusado de ser o agente causador maior da separação, de ferir o Brendon. Bem, é disso que o Brendon fala aqui. Em meio tempo ele acaba sendo um lobo em pele de cordeiro. Claro que essa música tem conotação sexual e lobo sempre é o malvado ou pervertido.
Eu estava conversando com alguém no Twitter, um dia desses, sobre duas músicas do Panic! at the Disco (Memories e Stall Me) e eu acabei tendo a genial idéia de destrinchar aqui todas as minhas teorias sobre esse álbum e o quão “rydônico” ele é. Eu vou fazer isso com todas as músicas, desde Mona Lisa à C’mon. Porque eu realmente acho que ele (Brendon) tem que aprender a esconder um pouco mais esse amor desenfreado que ele tem pelo Ryan. Algumas eu irei frase a frase, outras nem tanto, até porque nem tudo é sobre Rydon, algumas coisas são sobre a separação e eu vou somente onde me interessa ir. Então vão ser 16 músicas mais C’mon e por isso o nome dos posts são “16 motivos pra acreditar em Ryden.”
Eu fico imaginando porque Brendon escolheu Mona Lisa. Quando eu soube da tracklist do cd, fiquei um bocado preocupada, porque já existe uma MonaLisa que mora em meu coração sem pagar aluguel, que é a Mona Lisa do The All-American Rejects (que um dia eu destrincho minha teoria também) e li a respeito. Tyson dizia que quando foi nomear a música, decidiu colocar Mona Lisa porque era sua pequena obra de arte perfeita (e como opinião pessoal, digo que a música é mesmo uma pequena obra de arte perfeita), mas o caso do Brendon é diferente. Mona Lisa, do pintor, tem um sorriso enigmático, um olhar que te segue onde quer que você vá, e é como se aquele sorriso soa como se disfarçasse sentimentos que ela tem. Isso não soa como Mr. Ryan Ross?
Acho que essa música tem muito mais a dizer que qualquer outra coisa. Mona Lisa é como um desabafo do Brendon. Desde o visual do clipe até a escolha do nome. Brendon disse uma vez, quando falavam sobre nomear o CD, que eles haviam ido buscar várias referências musicais na internet, que se tornaram verdadeiros nerds ao pesquisar tudo pra encaixar algo perfeito. The Ballad of Mona Lisa, enquanto título de música pode te lembrar algumas coisas, mas eu serei clara no que esse título me remete: The Ballad of John and Yoko, the Beatles. Então desde já eu tenho uma teoria. The Ballad of Mona Lisa, na verdade, é The Ballad of Ryan and Brendon.
Vamos à letra.
She paints her fingers with a close precision. He starts to notice empty bottles of gin. And takes a moment to assess the sin she's paid for.
Brendon disse uma vez que essa música era sobre um casal diferente. Acredito que quando ele diz que "Ela está fazendo suas unhas com muita precisão" acredito que ele está dizendo que a garota nunca está atenta à sua volta. Consequentemente, sua Mona Lisa, não está atenta a ele. Mas houve um tempo que se expeculou que se você trocasse o "he" por Brendon e o "she" por Ryan, estávamos falando de Rydon. E, sejamos francos, você acha mesmo que o Ry está atento a algo que não seja ele mesmo?
Na próxima frase, o "ele" da frase diz que começa a perceber o quanto de garrafas vazias há pela sala. Provavelmente ele deve considerar sua vida vazia, porque ele não tem mais Ryan Ross do seu lado. (E aqui também dá pra se citar Stall me quando ele diz que agora canta pra garrafas vazias em todo lugar).
Se considerarmos mesmo o Ry como o "she" da música, Brendon fala na próxima frase sobre a separação, sobre seu sentimento de ser usado por Ryan, como uma garrafa de gin que não serve pra muita coisa depois de vazia.
A lonely speaker in a conversation. Her words are swimming through his ears again.
Brendon fala novamente sobre a noite da separação. Provavelmente sobre as palavras que Ryan usou ao anunciar sua saída. Como todo mundo sabe da tristeza em que ele estava quando a banda se separou, provavelmente ele nunca iria esquecer daquelas palavras que sobrevoaram sua mente por vários e vários e vários dias, meses e talvez ele ainda se lembre. Talvez em algumas datas elas voltem a atormentá-lo.
There’s nothing wrong with just a taste of what you paid for.
Essa é a frase mais triste da música. A frase que também é a mais vingativa. Aqui ele está falando da dor que o Ryan provavelmente está sentindo em ver o Brendon brilhando com sua antiga banda e só tem piorado com o fato de Brendon não mais apoiá-lo como sempre foi antes. Provavelmente ele fale aqui também sobre ter previsto esse fracasso do The Young Veins, algo que em “The Calendar” Brendon afirma já saber.
Say what you mean. Tell me I’m right. (...) Give me a sign I want to believe.
Todos os fãs sabem que o Ryan nunca foi uma pessoa das mais diretas quando se trata de falar dos seus sentimentos. Talvez apenas, como Keltie disse em seu livro, quando ele estava no começo do namoro com ela e agia inocentemente, querendo impressioná-la, mas como ela mesmo disse, isso se perdeu no tempo e no espaço. Primeiro Brendon pede para que o Ry seja um pouco mais claro com ele e depois ele, sabendo que estava certo sobre tudo o que conversou, diz para o Ryan que tudo seria mais fácil se ele fosse um pouquinho menos orgulhoso e capaz de admitir os próprios erros.
And let the Sun rain down on me.
Não quis pôr a frase lá porque eu tenho uma teoria especial pra ela e um pouco mais complexa. Acredito que toda vez que ele se referir ao sol, ele está citando “When the Day Met The Night”, mas ao contrário do que muitos fãs acreditam, eu tenho certeza absoluta que a Lua dessa música é a Keltie Colleen e não o Brendon. Destrinchando rapidamente uma passagem “when the sun found the moon she was drinking a tea in a garden under the green umbrella trees in the middle of summer.”
Essa é uma das partes da música que mais provam que é para a Keltie. Ela é viciada em tomar chás. Então nessa parte o Ryan diz que quando eles se encontraram, ela estava realmente tomando chá. Um dia eu destrincho essa música com mais precisão para que vocês entendam lua como Keltie.
Mas voltando a The Ballad of Mona Lisa. Quando ele diz para o sol chover nele, eu acredito que ele esteja falando para o Ryan se desfazer dessa pose que ele tem de intocável. Novamente para ele admitir que também pode cometer erros e a partir desse momento, ele pode ajudar a se levantar da posição em que ele mesmo se colocou e recebê-lo em sua vida novamente como sempre foi.
Whoa, Mona Lisa you’re guaranteed to run this town. Whoa, Mona Lisa I’d pay to see you frown.
Quando Brendon diz que a Mona Lisa vai conseguir encontrar essa cidade está garantida. Ou seja, a amizade, amor, carinho e confiança deles (Brendon/Ryan) continuará grande e estabelecida se um dia o Ryan pôr a mão na consciência e admitir seus erros, engolir um pouco de seu orgulho e de seu amor próprio.
He senses something and call it desperation. Another dollar, another day.
Essa parte é triste de se comentar. Quando o Brendon toca nesse desespero que comenta, é novamente o que todo mundo sabe e que diversas vezes ele comentou que demorou um pouco de tempo para que ele compreendesse que se tivesse que continuar a banda – como havia escrito naquele maldito texto – seria ele que assumiria a banda, que assumiria todos os riscos ao lado do Spencer. Antes de um produtor amigo dos meninos, colocar o Brendon de pé e falar que a banda não continuaria sem o vocalista, que era hora de reagir daquela tristeza e colocar todas as idéias que ele tinha dali por diante. Se ver sozinho numa coisa que nunca tinha feito, fez com que Brendon reaprendesse a andar sem o apoio do Ryan, seu melhor amigo até então.
And if she had the proper words to say, she would tell him but she’d have nothing left to sell him.
Acredito muito que aqui o Urie esteja falando que por mais que ele acredite que o Ryan um dia possa vir a mudar. Um dia muito distante, claro, nós estamos falando de Ryan Ross. Ele acha que se ele realmente tivesse argumentos para suster essa separação, ele os diria, porque o Brendon sempre soube que os sonhos do Ryan eram infundados, mas deixou ele ir lá tentar lutar por eles.
Mona Lisa wear me out. I’d pleased to please ya.
Eu tive que fazer uma pesquisa meio profunda pra não me martirizar com esse please. Então, eu imagino que essa frase seja mais ou menos como “Olha, você já me cansou, mas eu sou muito grato por onde eu estou hoje. Sei que foi por você.”
A música que assumidamente, disse Brendon, a música que eles tiveram a oportunidade de falar abertamente da separação. Embora cá entre nós, todas as músicas são sobre isso no "vices and virtues". O Calendário é uma música que fala ainda mais diretamente do que foi/é a história de Ryan Ross com Brendon Urie.
They said "if you don't let it out you're gonna let it you away". Well, i'd rather be a cannibal baby, animals like me dont talk anyway.
Quando Brendon escreveu isso, a primeira frase entre aspas, foi um jeito que ele achou de compartilhar ao menos uma parte ainda que pequena do que fora dito na noite em que houve a separação. Com certeza, muita coisa foi dita e ele quis externar. Acredito que quando Brendon disse que preferia ser um canibal, é que gostaria de lidar melhor com o problema que estavam tendo no momento de uma forma mais definitiva, sem ter essa separação, mas naquele momento, ele não poderia agir de outra maneira, mesmo sendo grosso e infantil, como eu acredito que estava.
Feel like an ambulance, chaser of faith. Pray I could replace her, forget to the way her tears taste. Oh the way her tears taste!
Nessa parte eu acho que ele fala que ambos saíram muito feridos da história, que os dois precisam perdoar tudo o que aconteceu com eles, tudo o que foi estabelecido e seguir em frente. Quando ele fala "Pray I could replace her" eu acredito que ele conseguiu enxergar um pouco além do que estava acontecendo, ele estava desfalcando sua vida e sabia que não ia conseguir manter a banda sozinho.Acho que aqui ele fala de brallon que ele vai fazer com que as pessoas esqueçam quem foi Ryan Ross para que ninguém mais o faça lembrar dos momentos que ele teve com ele.
Put another ex on the calendar. Summer's on its deathbed. There's simply nothing worse than knowing how it ends. And I meant everything I said that night. I will come back to life but only for you.
Ao contrário de que muitos pensam. Não se escreve "put another x on the calendar" e sim "put another ex on the calendar". Sim, é um ex, da sigla ex. Ex-amigo, ex-namorado, ex-amante. E eu me justifico toda vez que vejo alguém escrevendo errado, porque acho que essa frase é um dos trocadilhos mais geniais que já escreveram em todos os tempos. Coloque um outro ex no seu calendário. Soa pra mim como "Ryan, eu sou mais um que passou em sua vida.Simplesmente acabou tudo. Sou só mais um". Pode ser um ex-amigo, um ex-namorado, um ex-amante.
Summer's on its deathbed. Eu vejo uma referência clara de Pretty Odd.Se você reparar, as músicas do Prety Odd falam de um amor no verão. Um amor que começou no verão e vai terminar com ele. Bem, Panic! at the Disco não é mais a mesma banda e não vive mais aquela fase. Então o pretty odd está na seu leito de morte. Ou mesmo ele esteja falando dos relacionamentos de Ryan que sempre estão relacionados ao verão. Mas eu sempre digo que o Summer da frase é o Pretty. Odd. A fase fofa, a fase rock clássico havia morrido, porque o público do P! não é tão adepto assim.
There's simply nothing worse than knowing how it ends. Brendon sabia que deixar Ryan e Jon embarcarem nessa aventura de influencias musicais diferentes e de soar como Beatles ou músicas dos anos sessenta não ia dar certo, porque o público do p!atd sempre exigiu muito mais que isso. O público do p!atd queria de volta uma stage gay mais intensa (ps: eu odeio a stage gay que se Brendon faz com Dallon), que voltassem as dançarinas e o teatro no palco. Então ele sabia muito bem que o Ryan ia cair em um buraco quase que sem volta e por muito tempo ele ficou se remoendo, porque viu as coisas acontecerem exatamente como ele previu.
And I meant everything I said that night. I will come back for life but only to you. Eu acho que Brendon faz referência ao encontro casual que eles tiveram quando o Shane bateu a foto "small world". De verdade, eu acredito que eles conversaram sobre tudo e todo mundo sabe. Quem acompanhou de perto como o Brendon ficou no pós-separação já pode imaginar exatamente o que eu estou falando. A depressão que ele estava, de viver um dia após o outro, como se o mundo estivesse perdido. Acho que ele está dizendo o seguinte: "Tudo o que eu disse naquela noite da separação, eu não me arrependo. Eu vou voltar a viver, dar a volta por cima e mostrar que nosso público me ama e ainda te ama, mesmo eu tentando te substituir desesperadamente."
World may call it second chance, but when I came back it was more than relapse. Antecipation's on the other line and obsession called while you were out.
Bem, todos dizem que o Panic! voltou ao que havia deixado quando lançaram o Pretty. Odd., mas eu acredito que aqui o Brendon tenha dito "olha, por mais que possa parecer uma segunda chance da banda dominar o mundo, isso pra mim significa muito mais", porque eles querem mostrar todo o crescimento emocional e musical que eles tiveram ao longo desse período de três anos sem lançar nenhum CD.
Asleep in a hive, I guess all the buzzing got to me.
Quando o Brendon fala assim, eu acho que ele está falando sobre toda a pressão que ele sofreu sobre o álbum estar demorando a sair. Sobre as pessoas - seus fãs - estarem esperando que a separação fosse só um golpe publicitário. E também estava falando de tudo o que os meninos (Ryan e Jon) falaram a respeito do panic! em entrevistas por aí. Coisas nem sempre tão verdadeiras e que machucou muito.
Well, I'm still alive, at night your body is a symphony. And I'm conducting.
E aqui ele já diz que apesar de todos os rumores, apesar de tudo o que ele viveu, ele está de pé, pronto para que mais pedras sejam lançadas, embora ele saiba que não serão, já que eles demoraram pelo menos um ano pra responder uma das entrevistas malditas. Quando ele diz "seu corpo é uma sinfonia" eu acho que é só uma recordação de tudo o que eles viveram, ou pode estar falando da música. Durante os shows, essa música que eu conduzo é você, Ryan.
Bom, essa é a primeira das 16 teorias que eu vou escrever sobre esse álbum.
I was taking a shower when I said for myself: "Why don't you tell something about Panic! today?" Well, I decided to talk about how I met Panic! at the Disco, my favorite band.
I remember I was pretty fan of Fall Out Boy. I knew everything there were about Pete, about his band. Well, I hated Brendon all the time without to know him and I hated when someone called Peter Wentz for "Peter! at the Disco". I remember when I knew about the bottle in that festival I said "well, he deserves it". I thought Brendon was a "poser" of Pete.
My life isn't wonderful, but I liked it. Someday I loged in on my MSN and I had a friend that I used to talk everyday and she sent me a lot of pics from Pete and than she changed her DP for this one of Brendon. I said "OMFG how cute Pete is in this picture" and she said: "Lully, isn't Pete. This is Brendon Urie from Panic!" and I said "No, this is Pete. I know. Send me the pic!" She sent as I asked and then I saw Brendon. I remember I said "Danm, this guy isn't Pete." and I noticed that I've never heard to Panic! and every fucking time I took a chance I used to say "how panic! can be so awful?"
So I said to my friend "hey, send me a song from panic!" and she said to me "no, do it by yourself". I almost gave up to do it, but I've never liked to hate something or someone without a real reason. I had nothing to hate Panic! at the Disco. I remember I put on Ares three songs: "Camisado", "Relax Relapse" and "It's Time to Dance ('Cause Boys Will Be Boys). I remember I put the video from "Lying..." to load and then I listend to. Well I hated them once more!
Well, for me, it's so fun to say for everyone that I do not met my favourite band like almost every single fan. Frist song I listened to was Lying... and I hated this one and said for myself "well, I was fucking right. Ana is wrong. These guys are awful."
My cousin saw Lying... with me and he said "what's the sense of this video and I said "I don't really know, but you can't wait sense to these guys. It's so awful and... and... I don't know why I'm watching these guys."
Today I think this song deseverd a better clip.
So a few days before it happened, I put in my Ares the songs I was downloaded. Well, I hated Time to Dance too as I hated Lying... but Camisado and Relax Relapse I loved to! Well, it was a story, but I disliked to like two song of this band. I listened to it without none see! Well I decided to downloaded their album and I hated it too... I saw every fucking clip and the only one I loved too much was "But it's better if you do" because I always love cabaret and masks!
Then I decided to leave Panic! alone, but I couldn't to! I made an account on p!atdbr and I always stayed silent when I was in there, 'cause I had shame to read everything I found about them on the internet. I read to critic and to point their mistakes. But something change when I noticed I was looking like a child. So I saw everything about Panic! again, with other eyes and when I read the Ryan's biography I started to cry, 'cause I put myself on his place! And I saw Build God Then We'll Talk and for first time I thought it was amazing.
So I started to write fanfics and I wrote Frerard. but one day I try to write a Ryden EVEN hating this band. Everytime some friend of mine was talking about Panic! I was still talking "I hate them!" but I listened to them every fucking day. I remember at school some friends were reading a magazine when someone read "Panic! at the Disco is in the mountain to write their first album" and I said "See! They are so bad!" and my BFF said to that guys "she hate them and I can't understad why."
Well, I saw when they realized "Nine in the Afternoon" and I was getting an addicted. Every fucking day I had to listen to this song. As same way I did with A Fever I hear to Nine in the Afternoon but when I saw this panic! video clipe I don't know what the hell changed on me. I said for myself that I shouldn't have shame on this band. They was great, anyway.
So I read a interview with Spencer and he was talking about the dancers. I swear to you all, I got up to the chair and applause my boy and said "Why I've never noticed this guy before?" Spencer Smith and your interviews changed my mind about his band about music...
Then I went to my school and I can't hear anything more than Panic! and my BFF saw me in the street and he said to me "What are you listened to?" and I said (with proud, believe) "Panic! at the Disco" he started to laugh and asked "you are sick, aren't you? do you have some fever?" and I said "No. I have no shame to say it anymore. I became a fan of Panic!" This is the first time I said "yes, I'm a sinner with pride."
So if there is something good between hate and love I'm the proof.
My boy is getting a man. Oh my God, I can’t believe it!
Some people qualify you like a hero, but I know baby heroes one day will fall down. Some people qualify you like a “flawless boy” but I know that you’re just trying to have a little sympathy with your fans without how you feel in that day. It's amazing. Your capacity to be amazing even you've been a hard day. I know baby you’re much more than flawless, I know you’re much more than a hero. I’ve never met you personality, unfortunately, but when it happens I’ll just say to you thank you.
Just thank you to smile. The world needs more “Spencer’s smiles” and this make me more stronger day by day. Just say thank you for the dedication with your fans. Thank you to be sweet like a piece of chocolate cake. I’ll say thank you to defense your band, to be safe, and I’ll ask to you if you’re crying in this day or lately. If you tell me “yes”, I’ll ask to you don’t make it anymore, cause you have my heart more than other members on panic! And if you cry I’ll cry together. You don’t know how much I can love you and how much I can love you. I just wanna say thank you for you’re still being yourself and for your eyes. When your eyes are shining I feel like I’m bless to can see it. Thank you so, so, so, so much.
Happy birthday, baby. I hope you have a nice day with your friends, your family, your girlfriend. I wish you all the love and success that you deserve it and too much more that you wanna to.I just wanna you understand how you are important to me and to my life. I don't really know if you remember when you made a concert in Brazil. I couldn't go to the show cause I had to choose between my mom's cure and panic! show. Your band confirmed the show exactly on sept 24th, 2009. It was my birthday and I passed it crying cause 2009 was the worse year of my life. But you gave me in november 08 2009 a reason more to smile. My friend said to me "He smiled to you, Lully. This smile is only yours" and you don't know what it was to me in that year.
I’m almost crying here. I’m so proud of you, boy. <3
Segundo o artigo V da nossa querida Constituição Federal Brasileiranosso Brasil é um "estado laico", ou seja, todo cidadão tem direito de escolher qual a religião vai seguir. Qual é sua opção de crença é é dever das pessoas aceitar você da forma que você é. Eu nunca usei esse blog para falar de coisas realmente sérias, porque na maioria das vezes prefiro me abster para não ser agressiva, mas dessa vez eu não resisti! Realmente não posso me abster de algo tão... mesquinho como isso. Eu estou falando de uma hashtag numa rede social (vulgo: Twitter) que eu posso considerar desrespeitosa. A tag é "#tuiteumamúsicacomcrente". Segue a foto.
Eu sou suspeita, porque sou evangélica, mas não sou do tipo que julga nenhuma atitude do ser humano enquanto pessoa, não julgo suas escolhas, mas existe um limite entre a ignorância e o que é cômico. Novamente repito que o nosso país é um estado laico e isso me dá o direito de criticar quem não respeita as opções das pessoas. Sim, eu sou evangélica e não tenho absolutamente nada contra nenhum tipo de diferença dos seres humanos. Respeito todos os tipos de pessoas, desde que elas me respeitem. É só o que eu peço, que me respeitem. Acreditem, brincadeiras como essas não me ofendem, mas só mostram que as pessoas costumam exigir coisas que elas não são capazes de dar e, de verdade, isso sim é o que me irrita.